Projeto Geoflow

Monitoramento Climático

Um projeto completo: estações em campo, rede de transmissão, plataforma própria e sala de operação — implantados, integrados e sustentados por nós.

Entre a chuva e a decisão há uma janela curta

Alertar uma comunidade encosta abaixo, interditar um trecho de via, acionar equipes de campo — todas essas decisões dependem de saber quanto choveu, onde, e a que velocidade o nível do rio está subindo. Em geral a informação existe, mas chega tarde, dispersa entre fontes que não conversam, ou depende de alguém estar olhando no momento certo.

Não é um problema que se resolve comprando um sistema. Resolve-se instalando sensores nos lugares certos, garantindo que os dados cheguem mesmo quando a rede cai, e mantendo tudo isso funcionando depois que o projeto acaba.

É por isso que este não é um produto de prateleira. Cada implantação é dimensionada para a bacia, a topografia e a estrutura de resposta de quem contrata.

O que o projeto entrega

  • Estações instaladas
  • Transmissão redundante
  • Plataforma própria
  • Sala de operação
  • Alertas automáticos
  • Treinamento das equipes
  • Sustentação continuada

Quatro camadas, um escopo só

Cada camada costuma ser contratada de um fornecedor diferente — e é nas emendas entre elas que os projetos falham. Aqui as quatro vêm juntas, sob a mesma responsabilidade.

1Campo

Sensores onde eles fazem diferença

Estações pluviométricas, fluviométricas e meteorológicas, com câmeras de monitoramento onde houver necessidade de confirmação visual. A definição dos pontos precede a compra do equipamento.

2Transmissão

O dado chega mesmo com a rede instável

Gateway com comunicação MODBUS junto aos sensores e enlace 4G/LTE protegido por VPN até a plataforma. Canal secundário onde a cobertura não é confiável — tempestade é justamente quando a rede cai.

3Plataforma

Leitura vira informação

Armazenamento georreferenciado do histórico e do tempo real, painéis interativos e motor de limiares que dispara o alerta quando a condição configurada é atingida.

4Operação

Alguém olhando, e sabendo o que fazer

Sala de monitoramento com videowall e postos de trabalho, alertas por SMS, e-mail e aplicativo, e as equipes treinadas para operar o conjunto.

Como o dado percorre o sistema

Da leitura do sensor ao alerta na mão de quem decide, sem etapa manual no caminho.

ESTAÇÕES DE CAMPO Pluviométrica Fluviométrica Meteorológica Câmera CFTV Gateway de dados MODBUS RTU / RS485 Agregação e pré-processamento ARM + Linux, contêiner 4G/LTE · VPN enlace redundante Plataforma central Banco georreferenciado Modelos preditivos Painéis e indicadores Motor de limiares Sala de monitoramento Alertas multicanal Sistemas externos

Em telas estreitas, arraste o diagrama para o lado.

O que há em cada ponta

Estação remota

Em campo, sem manutenção frequente

  • Módulo de processamento ARM com Linux
  • Modem industrial 3G/LTE
  • Enlace de reserva quando necessário
  • Barramento RS485 em MODBUS para os sensores
  • Sirene para alerta sonoro local
  • Aplicação em contêiner, atualizável remotamente

Sala de monitoramento

Onde a decisão é tomada

  • Videowall e postos de trabalho integrados aos painéis
  • Acompanhamento contínuo das condições
  • Intervenção manual e consulta detalhada por sensor
  • Disparo de alerta por SMS, e-mail e aplicativo
  • Limiares e análise ligados ao plano de resposta

Segurança da informação

Do sensor ao painel

  • Criptografia dos dados em trânsito e em repouso
  • Autenticação multifator e controle de acesso por perfil
  • Comunicação entre campo e plataforma sobre VPN
  • Monitoramento contínuo de eventos de segurança
  • Trilha de auditoria das operações

Do estudo à operação

O projeto tem começo e fim definidos, e a sustentação continua depois.

1. Estudo e projeto básico

Levantamento da área, definição dos pontos de instalação, dimensionamento da rede e dos limiares, e desenho da estrutura de resposta junto com quem vai operar.

2. Implantação

Instalação das estações, configuração dos enlaces, provisionamento da plataforma e montagem da sala de monitoramento.

3. Operação assistida

Treinamento das equipes e acompanhamento conjunto durante os primeiros ciclos, com ajuste de limiares conforme o comportamento real da região.

4. Sustentação

Manutenção das estações, evolução da plataforma e suporte técnico continuado, com indicadores acordados em contrato.

Suporte em três níveis

Plataforma e campo atendidos em cada nível — de pouco adianta o painel funcionar se o sensor está fora do ar.

NÍVEL 1

Atendimento básico

Monitoramento contínuo, triagem inicial de incidentes e resolução de problemas simples. Em campo: verificação de conectividade, reinício de dispositivos e orientação às equipes.

NÍVEL 2

Atendimento avançado

Diagnóstico de problemas complexos, gestão de atualizações e suporte à infraestrutura. Em campo: manutenção técnica dos sensores e coordenação de reparos.

NÍVEL 3

Atendimento especializado

Questões críticas, recuperação de desastre e evolução da plataforma. Em campo: intervenções avançadas, reconfiguração e soluções sob medida.

Quem conduz o projeto

Dois sistemas entregues ao setor público fluminense Empresa municipal de obras públicas · Órgão estadual de geologia e recursos minerais

A Geoflow implantou o sistema de registro diário de obras em uma empresa municipal de obras públicas da Região Metropolitana do Rio e o sistema de gestão de risco geotécnico em um órgão estadual de geologia e recursos minerais. São as mesmas equipes — de campo, de dados e de software — que conduzem os projetos de monitoramento climático.

Ver os projetos entregues

Conversar sobre um projeto

Descreva a área que precisa ser monitorada e a estrutura de resposta que já existe. A partir daí montamos um estudo preliminar com pontos de instalação e ordem de grandeza de investimento.

Respondemos em até três dias úteis.

E-mail
geoflow@geoflow.com.br
Atendimento
Segunda a sexta, 9h às 18h